Um grupo diversificado de pessoas olha para cima com atenção; ícones relacionados à ciência flutuam acima. O logotipo da Sociedade Brasileira de Hipnose aparece na parte inferior.

Um terço dos brasileiros desconfia da ciência: o que isso revela

Entenda por que ainda há tanta desconfiança na ciência entre os brasileiros, como isso impacta a saúde mental, e de que forma a educação científica e a hipnose baseada em evidências podem fortalecer a confiança coletiva.
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Um terço dos brasileiros desconfia da ciência. Este dado, revelado por pesquisas internacionais como o Wellcome Global Monitor, causa inquietação e levanta uma questão essencial: como um país com tanto potencial científico ainda abriga tamanha descrença no conhecimento validado?

A dúvida em relação à ciência não é uma novidade, mas sua intensidade no Brasil reflete uma mistura complexa de fatores. Desinformação nas redes sociais, crenças culturais, experiências pessoais e a falta de letramento científico influenciam diretamente a formação de opiniões sobre temas de saúde, tecnologia e comportamento.

Confiar na ciência significa confiar em um processo — não em uma autoridade. É compreender que o conhecimento científico evolui, é testado e corrigido constantemente. E, mesmo assim, parte da população continua interpretando essa flexibilidade como fragilidade, em vez de força. Esse é um dos maiores desafios de comunicação científica no mundo moderno.

Na prática, essa desconfiança se manifesta em comportamentos do cotidiano: dúvidas sobre vacinas, resistência a tratamentos psicológicos e desvalorização de terapias baseadas em evidências. Tudo isso afeta não apenas a saúde pública, mas a saúde emocional e mental de milhões de pessoas.

É aqui que entram instituições engajadas em unir ciência e prática — como a Sociedade Brasileira de Hipnose (SBH). A hipnose científica, quando aplicada com responsabilidade, mostra como o rigor científico pode se traduzir em resultados humanos reais. Neste artigo, vamos entender as causas e consequências dessa desconfiança, explorando caminhos para reconstruir a relação entre brasileiros e a ciência, e como a hipnose pode ser um exemplo vivo dessa integração.

A origem da desconfiança dos brasileiros na ciência

Na coluna “um terço dos brasileiros desconfia da ciência”, encontramos mais do que um número: há uma história longa que explica por que parte da população se afasta do conhecimento científico. Essa desconfiança nasce de fatores ligados ao passado colonial, à desigualdade social e à forma como as instituições públicas e privadas trataram — e ainda tratam — a ciência no país.

Historicamente, o Brasil herdou estruturas que valorizavam pouco a pesquisa local e a educação pública de qualidade. Em muitas regiões, escolas e universidades sofreram com falta de recursos e de formação docente em ciências. Resultado: gerações que não tiveram contato sistemático com métodos científicos e com a ideia de evidência. Quando a ciência parece distante, ela vira algo abstrato — e até suspeito.

Culturalmente, crenças populares e tradições religiosas têm papel importante. Em vários contextos, explicações religiosas ou baseadas em saberes tradicionais são mais próximas do cotidiano do que artigos acadêmicos. Nem sempre essa relação é antagonista; muitas comunidades conciliam fé e ciência. Ainda assim, quando líderes religiosos ou narrativas locais apresentam a ciência como contrária à fé, isso amplia dúvidas e cria resistência.

Socialmente, a desconfiança cresce quando a população percebe que descobertas científicas não transformam sua vida ou quando o acesso à saúde, educação e justiça é falho. A ciência perde autoridade se os benefícios não chegam aos mais vulneráveis. Além disso, a linguagem técnica e as barreiras de acesso (publicações em inglês, paywalls, jargão) aumentam a sensação de que cientistas falam em outro idioma.

Também pesa a comunicação deficiente entre academia e sociedade. Muitas universidades investem pouco em divulgação clara e em diálogo contínuo com comunidades. Falta formação em comunicação científica para pesquisadores e políticas públicas que promovam educação crítica desde a infância.

Principais fatores que influenciam a desconfiança científica no Brasil:

  • Histórico de desigualdade: pouca infraestrutura educacional e científica em áreas periféricas.
  • Baixa educação científica: conteúdos insuficientes e pouco contexto prático nas escolas.
  • Distância entre ciência e cotidiano: resultados de pesquisa que não se traduzem em melhorias visíveis.
  • Influência cultural e religiosa: interpretações locais que, às vezes, entram em conflito com explicações científicas.
  • Comunicação deficiente: linguagem técnica, acesso restrito a publicações e pouca divulgação pública.

Entender essas raízes é essencial para reduzir a desconfiança. Investir em educação científica acessível e em comunicação clara aproxima a ciência das pessoas. E quando a ciência fala de forma humana e útil, ela reconquista confiança.

O papel das redes sociais e da desinformação digital

A circulação de fake news e o papel dos algoritmos explicam em grande parte por que um terço dos brasileiros desconfia da ciência. As redes sociais amplificam mensagens curtas e emocionais. Conteúdos alarmistas e simplificados têm mais curtidas e chegam a mais gente. Com isso, boatos sobre tratamentos, vacinas e terapias ganham aparência de verdade antes que checagens científicas possam desmentir.

Os algoritmos não são neutros: priorizam engajamento. Isso cria bolhas informacionais onde ideias repetidas parecem mais confiáveis — mesmo que sejam falsas. Usuários recebem confirmações do que já acreditam. A consequência? Dúvidas crescentes sobre instituições científicas e especialistas, e menos confiança em recomendações baseadas em evidências.

Como isso afeta a saúde mental? Ansiedade e incerteza aumentam quando informações conflitantes circulam sem filtros. Pessoas se sentem inseguras para decidir sobre vacinas, tratamentos ou práticas de saúde. A confusão alimenta desconfiança coletiva e relações tensas entre família e profissionais de saúde.

Mas há saída. Pensamento crítico e checagem de fatos são essenciais. Pergunte: a fonte é confiável? Há evidência citada? A informação é recente? Use ferramentas de verificação e busque decisões baseadas em estudos e consenso científico. Educadores e comunicadores devem ensinar como avaliar fontes e interpretar dados de forma simples e prática.

Comparação: conteúdos científicos mais distorcidos nas redes sociais

  • Vacinas — Distorção: alegações de risco exagerado; Impacto: hesitação; Como surge: gráficos fora de contexto e testemunhos isolados.
  • Psicologia — Distorção: soluções simplistas para problemas complexos; Impacto: expectativas irreais; Como surge: posts com “receitas” sem base científica.
  • Neurociência — Distorção: afirmações “cérebro de 90% não usado”; Impacto: mitos sobre aprendizado e desempenho; Como surge: interpretações erradas de estudos de imagem.
  • Hipnose — Distorção: promessas milagrosas ou misticismo; Impacto: desinformação sobre limites e benefícios; Como surge: vídeos sensacionalistas sem contexto clínico.

Quer dados oficiais sobre o comportamento informacional digital no Brasil? Veja Dados oficiais (https://www.gov.br/mcti/pt-br/acompanhe-o-mcti/noticias/2025/09/mais-de-70-dos-brasileiros-se-informam-sobre-ciencia-e-tecnologia-pelas-plataformas-digitais) — Dados oficiais sobre comportamento informacional digital no Brasil e o impacto na percepção científica.

Em resumo: combater a desconfiança exige alfabetização midiática, checagem de fatos e canais confiáveis. Juntas, educação científica e práticas de verificação reduzem o espaço para fake news e ajudam a reconstruir confiança coletiva.

O impacto psicológico da desconfiança na ciência

O impacto psicológico da desconfiança na ciência

Um terço dos brasileiros desconfia da ciência e isso não é só estatística: é fonte real de ansiedade e insegurança no dia a dia. Quando pessoas duvidam de evidências consolidadas, surge um sentimento de instabilidade sobre o que é seguro, o que aumenta o estresse e diminui a sensação de controle.

A incerteza prolongada ativa respostas de vigilância no cérebro. Dormir piora, pensamentos ficam mais automáticos e há maior tendência a interpretar notícias ambíguas como ameaças. Em famílias e locais de trabalho isso gera discussões repetidas, redução de cooperação e dificuldades para tomar decisões coletivas — tudo amplificado quando há falta de referências confiáveis.

A psicologia clínica oferece ferramentas para restaurar equilíbrio emocional. Terapias cognitivo-comportamentais ajudam a identificar pensamentos automáticos e testá-los contra evidências. A hipnose científica, integrada a práticas baseadas em evidência, pode reduzir a reatividade emocional, melhorar a atenção e facilitar a aceitação de informação confiável. Aqui a ênfase é ética: hipnose potencializa a capacidade de lidar com estresse, sem promessas milagrosas.

Além do impacto intrapessoal, há custo social: polarização, perda de capital social e menor adesão a medidas de saúde pública. Fortalecer confiança não é só convencer com dados; é cuidar do medo que impede a escuta e o raciocínio.

Estratégias psicológicas baseadas em evidências para lidar com medo e descrença científica:

  • Psychoeducação — explicar processos científicos de forma clara e acessível.
  • Terapia cognitivo-comportamental — identificar e reestruturar pensamentos distorcidos.
  • Mindfulness — reduzir ruminação e melhorar regulação emocional.
  • Treino de tolerância à incerteza — exposições graduais à ambiguidade.
  • Hipnose baseada em evidências — reduzir ansiedade e promover foco nas evidências.
  • Promoção de diálogo — técnicas de comunicação não violenta para reparar conflitos.

Combinar essas abordagens ajuda a transformar desconfiança em curiosidade e segurança emocional, fortalecendo a confiança coletiva aos poucos.

Ciência, ética e comunicação: como reconstruir a confiança

A desconfiança na ciência, como indica o dado de que um terço dos brasileiros desconfia da ciência, não surge do nada. Ela cresce onde falta ética, onde resultados são ocultados e onde a comunicação é feita em jargão que ninguém entende. Restaurar essa confiança pede esforço em três frentes: ética nas práticas científicas, transparência nos processos e comunicação clara e humana.

Ética significa pesquisa responsável, revisão por pares rigorosa e prestação de contas. Quando erros ocorrem, é preciso admiti-los e corrigir. Transparência envolve publicar métodos, dados e limites das conclusões. Assim o público percebe que a ciência não é dogma, mas um processo aberto e autocorretivo.

A comunicação é a ponte entre ciência e sociedade. Não adianta descobrir algo útil se as pessoas não entendem o que foi feito, por que importa e quais são as incertezas. Linguagem acessível, exemplos do cotidiano e respeito às dúvidas ajudam muito. Jornais, vídeos e palestras podem traduzir termos técnicos sem perder o rigor.

Educação crítica complementa a comunicação. Desde cedo, crianças e jovens devem aprender a avaliar fontes, interpretar gráficos simples e distinguir correlação de causalidade. Isso reduz o terreno fértil para boatos e teorias sem base. A divulgação científica responsável também evita sensacionalismo e clarifica onde há consenso e onde há debate.

Boas práticas para comunicar ciência de forma humanizada e confiável

  • Use linguagem simples e metáforas concretas; evite jargões sem explicação.
  • Explique métodos e limitações; diga o que se sabe e o que ainda é hipótese.
  • Mostre fontes e dados abertamente; facilite o acesso para quem quiser checar.
  • Escute dúvidas; responda com paciência e empatia, sem menosprezar medos.
  • Conte o processo, não só o resultado; humanize pesquisadoras e pesquisadores.
  • Evite afirmações absolutas; use probabilidades quando for o caso.
  • Forme parcerias com escolas e mídia local para ampliar alcance crítico.

No Brasil já existem iniciativas que servem de modelo. A revista Ciência Hoje (SBPC) trabalha com linguagem acessível e rigor. A Agência FAPESP publica matérias técnicas traduzidas para o público geral. A Fiocruz e o Instituto Butantan mantêm canais de comunicação que explicam vacinas, riscos e benefícios com transparência. O Museu do Amanhã aproxima ciência e cidadania em exposições interativas.

Esses exemplos mostram que é possível reconquistar confiança. Combinar ética, transparência e comunicação clara constrói um caminho realista. Quando ciência e sociedade conversam com respeito, a descrença perde espaço e a colaboração cresce.

A hipnose científica como exemplo de prática baseada em evidências

Quando pesquisas mostram que um terço dos brasileiros desconfia da ciência, parte dessa desconfiança vem do passado: práticas cercadas de misticismo e promessas fáceis. A hipnose também carregou esse estigma. Mas a hipnose científica que a SBH promove é outra coisa. Trata-se de uma prática clínica integrada a métodos comprovados, com foco em atenção dirigida, respostas à sugestão e mudanças em hábitos automáticos.

A definição adotada pela SBH segue diretrizes da APA e evita termos vagos como “subconsciente”. Em vez disso, fala-se de processos cognitivos, comportamento automático e de como pacientes reavaliam sinais internos. A proposta une conceitos de terapia cognitivo-comportamental, mindfulness e evidências sobre mecanismos neurobiológicos. É uma abordagem que explica o que acontece, não promete milagres.

Há hoje um corpo de estudos — inclusive meta-análises — que mostra benefícios da hipnose em controle da dor, redução de ansiedade pré-procedimento, manejo de efeitos colaterais de tratamentos e suporte em transtornos relacionados ao estresse. No Brasil, conselhos federais de diversas profissões de saúde reconheceram o uso clínico da hipnose quando praticada por profissionais qualificados, o que reforça sua legitimidade técnica.

Praticar a hipnose científica com rigor muda a percepção pública sobre ciência aplicada à saúde emocional. Treinamento formal, critérios de segurança, documentação dos resultados e integração com tratamentos baseados em evidência transformam um tema antes nebuloso em ferramenta sólida de atendimento. Quando profissionais adotam uma postura clara — sem promessas ou palavras mágicas — a confiança tende a aumentar.

Como a hipnose pode ajudar a resgatar confiança? Ao ser aplicada eticamente e com técnica, ela demonstra que intervenções emocionais também podem ser mensuráveis, transparentes e responsáveis. Pacientes sentem-se ouvidos; equipes de saúde passam a ter mais recursos, e a sociedade observa práticas que combinam ciência e empatia.

  • Maior transparência: protocolos e registro de resultados tornam o processo verificável.
  • Alinhamento com evidências: uso junto a terapias validadas fortalece a credibilidade.
  • Segurança técnica: profissionais treinados reduzem riscos e aumentam eficácia.
  • Redução do estigma: linguagem clara substitui mitos por explicações plausíveis.
  • Melhora na comunicação clínica: pacientes entendem metas e limites do tratamento.
  • Fortalecimento institucional: reconhecimento por órgãos de saúde legitima a prática.
  • Impacto na saúde pública: intervenção custo-efetiva para problemas ligados ao estresse.

Conclusão

A análise de por que um terço dos brasileiros desconfia da ciência revela muito mais do que simples falta de informação. Expõe a necessidade de reconstruir uma ponte entre saber técnico e experiência humana, entre o rigor da pesquisa e o sentimento de pertencimento.

A confiança científica não surge de uma imposição intelectual, mas de uma convivência empática com o conhecimento. Quando as pessoas se sentem ouvidas e compreendem como a ciência impacta seu cotidiano, naturalmente passam a valorizá-la e defendê-la.

Instituições como a Sociedade Brasileira de Hipnose mostram, de forma prática, que é possível unir ciência e humanidade. A hipnose científica, respaldada por evidências, é uma porta de entrada para esse diálogo ético e eficaz. Ela mostra como o método científico pode, de fato, gerar conforto, equilíbrio e resultados reais na saúde emocional e mental.

Se você também acredita que é possível transformar vidas por meio do conhecimento e da empatia, este é o momento de agir. Você tem interesse em aprender a hipnose científica para aplicar profissionalmente? Para potencializar os seus resultados na sua profissão atual ou até mesmo ter uma nova carreira, conheça as formações e pós-graduação em hipnose baseada em evidências da Sociedade Brasileira de Hipnose através do link: https://www.hipnose.com.br/cursos/.

Perguntas Frequentes

Por que um terço dos brasileiros desconfia da ciência e quais fatores explicam essa desconfiança?

Existem várias razões históricas, sociais e culturais para a desconfiança. O Brasil herdou desigualdades estruturais que reduziram o acesso à educação científica de qualidade, especialmente em áreas periféricas. Escolas com poucos recursos, falta de formação de docentes em ciências e barreiras de linguagem técnica criam sensação de que a ciência é distante. Além disso, desinformação, narrativas religiosas locais e a percepção de que descobertas não chegam à vida cotidiana alimentam a dúvida. A comunicação deficiente entre academia e público, com jargões e paywalls, reforça a ideia de que o conhecimento científico não é para todos.

Como a desinformação nas redes sociais contribui para a desconfiança científica no Brasil?

As redes sociais amplificam mensagens curtas e emocionais, aumentando a probabilidade de boatos sobre vacinas, tratamentos e terapias. Algoritmos priorizam engajamento, criando bolhas informacionais onde ideias repetidas parecem mais confiáveis, mesmo quando são falsas. Isso gera dúvidas sobre instituições científicas e especialistas, além de pressão para adotar decisões de saúde sem checagem. O impacto na saúde mental é relevante: ansiedade, incerteza e sensação de perda de controle. Mitiga-se com pensamento crítico, checagem de fatos e uso de fontes confiáveis; educadores e comunicadores devem ensinar avaliação de evidências de forma simples e prática.

Quais são as estratégias eficazes para melhorar a alfabetização midiática e a confiança na ciência?

Para melhorar a alfabetização midiática e a confiança na ciência, é preciso combinar educação científica, comunicação clara e diálogo aberto. Investir em alfabetização científica nas escolas, com exemplos práticos, ajuda crianças e jovens a entender evidências, correlações e limitações. A divulgação científica deve usar linguagem simples, explicar métodos e apresentar dados acessíveis, além de reconhecer incertezas. Incentivar checagem de fatos, ensinar a distinguir fontes confiáveis de boatos e promover o pensamento crítico desde a infância fortalece a relação entre ciência e sociedade. Parcerias entre escolas, mídia local e ciência ajudam a alcançar comunidades diversas.

Qual o papel da hipnose científica na recuperação da confiança da população em relação à ciência?

A hipnose científica, quando praticada com rigor, pode apoiar a saúde emocional e a aceitação de informações baseadas em evidência. O conceito adotado pela SBH evita termos vagos e se ancora em processos cognitivos, atenção dirigida e mudanças de hábitos automáticos, integrando terapias como a psicoterapia cognitivo-comportamental e mindfulness. Em contextos clínicos, estudos mostram benefício na redução da ansiedade pré-procedimento, no manejo da dor e na melhoria de regulação emocional. No Brasil, conselhos profissionais reconhecem seu uso por profissionais qualificados. Assim, a hipnose científica reforça a prática baseada em evidências sem prometer milagres.

Quais são as melhores práticas para comunicar ciência de forma humana e confiável?

As melhores práticas para comunicar ciência devem colocar a pessoa no centro, usando linguagem clara e exemplos do cotidiano. Explique métodos, limitações e o que se sabe versus o que é hipótese, sem absolutizar. Mostre fontes e dados abertamente, facilitando o checamento por quem quiser verificar. Esteja atento às dúvidas, responda com empatia e evite reduzir medos a boatos. Conte histórias de pesquisadoras e pesquisadores para humanizar o processo e promova parcerias com escolas e mídia local para ampliar o alcance crítico.

Quais evidências apoiam a prática da hipnose baseada em evidências no contexto clínico brasileiro?

Existem evidências que apoiam a hipnose baseada em evidências no contexto clínico, incluindo redução da dor, ansiedade pré-procedimento e melhoria na regulação emocional. Meta-análises demonstram efeitos significativos em vários transtornos, quando aplicada por profissionais qualificados e com monitoramento ético. No Brasil, conselhos de saúde reconhecem a prática clínica de hipnose por profissionais treinados, o que reforça a credibilidade. Integrada a terapias baseadas em evidências, a hipnose científica oferece uma ferramenta adicional para manejo do estresse e da ansiedade, contribuindo para decisões de saúde mais calmas e informadas. Trocas abertas com a comunidade ajudam a manter a confiança.

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Foto de Erick Ribeiro

Erick Ribeiro

Psicólogo graduado pela PUC Minas e co-fundador da Sociedade Brasileira de Hipnose. Com ampla experiência em hipnose clínica, ele também atua no campo do marketing digital, ajudando a popularizar a hipnose na internet. Seu trabalho é focado em capacitar hipnoterapeutas, oferecendo-lhes ferramentas para aprimorar suas práticas e alcançar mais pessoas.

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